O restaurante Pisco abriu as suas portas no dia 28 de julho – data em que comemora-se a Independência do Peru – em pleno coração de São Paulo, no bairro Jardins.

Mais do que um local ideal pra saborear as delícias da gastronomia peruana, o espaço nasce com o intuito de promover no Brasil toda a riqueza cultural do país vizinho.

Não por acaso o restaurante foi batizado de Pisco. O nome faz homenagem ao porto de Pisco – que prosperou por conta dos vinhedos e intitulou a típica bebida peruana – e é também o significado de pássaro, no idioma quechua dos Incas.

A bebida pisco e o ceviche – famoso prato da culinária do Peru baseado em peixe branco cru e marinado em suco de limão – são os carros-chefes do restaurante, mas o menu ainda conta com várias outras opções, como o “Choros a la Chalaca”, e o drink “Ceviche Punch”.

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Ceviche de Lima | Créditos: Raphael Criscuolo / Divulgação | #pracegover: Foto com prato redondo em cerâmica cinza com folha de alface crespa verde, grãos de milho amarelo queimado bege, batata amarela, cubos de peixe rosa claro, fatias de cebola branca com bordas roxas, fatias de pimenta vermelha, grãos de milho amarelo, temperos picados verdes, sobre bancada de madeira marrom, colher de metal sobre guardanapo de tecido rosa e verde água ao fundo.

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Choros a la Chalaca | Créditos: Raphael Criscuolo / Divulgação | #pracegover: Foto com quatro colheres em porcelana branca, com cebola branca picada, tomate vermelho picado, grãos de milho amarelo, ervilhas verdes, sobre pedras de gelo em prato retangular com os cantos arredondados em cerâmica marrom, bowl pequeno redondo em cerâmica marrom com grãos de milho bege, sobre bancada de madeira rústica marrom bege e marrom, limões verdes cortados ao fundo.

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Ceviche Punch | Créditos: Raphael Criscuolo / Divulgação | #pracegover: Foto com copo em vidro transparente com bebida amarela com sementes pretas, gelo, pimenta vermelha com caule verde, três pimentas vermelhas com caules verdes, sobre bancada de madeira rústica marrom bege e marrom, guardanapo de tecido rosa e verde água, luzes e árvore ao fundo.

O restaurante

Instalado em 350 metros quadrados, o Pisco tem capacidade pra atender 80 pessoas. O projeto arquitetônico foi assinado pelo brasileiro Marcelo Ramos, idealizador de diversos restaurantes em São Paulo e Rio de Janeiro, e o conceito completo de design, cuidadosamente pensado pelo renomado artista peruano Adrian Ilave, que usou como base a decoração do Sul do Peru, onde fica a cidade de Pisco.

Com ambiente descontraído e acolhedor, o lugar exibe cores, texturas, mobília, iluminação, música e imagens que enriquecem a simbologia da cultura litorânea do Peru.

As diversas intervenções artísticas e culturais do país estão presentes em diferentes cantos do local, entre elas chamam a atenção: um painel com as cores do pôr do sol – homenagem aos tradicionais tecidos de Paracas; uma divisória trabalhada em madeira – que teve como inspiração o complexo arqueológico Inca de Tambo Colorado; e as pedras nas paredes da varanda – referência às tumbas milenares das múmias Paracas.

A varanda, reservada pra 18 pessoas sentadas e com vista pra a Alameda Campinas, promete ser o lugar mais disputado nos horários de happy hour. O espaço remete ao pier da praia de Paracas e a cor escolhida pro ambiente foi o rosa colonial, inspirado em uma antiga fazenda espanhola do local.

Na parte interna, o restaurante se divide entre bar, salão e uma área ao ar livre, que juntos acomodam 62 pessoas sentadas.

Pra promover ainda mais a cena cultural do Peru, o Pisco deve receber uma programação esporádica com exposições, shows intimistas, entre outras atrações.

Cozinha de raiz

A cozinha está sob o comando do chef peruano Oscar Vásquez-Solis. O cardápio tem como diferencial a apresentação da original “cozinha de raiz” com ceviche norteño, cóctel de camarões, causa de cangrejo, leche de ligre e lomo saltado, entre eles.

No bar, como não poderia deixar de ser, a tradicional bebida pisco promete fazer sucesso. Entre as versões que ganham destaque estão o Pisco Sours (coquetel), Lagunillas e Chinchivi.

O chef

A inauguração do Pisco é resultado do sonho, paixão e obstinação de Oscar Vásquez-Solis e do sócio dele, Alfredo Kong.

Há sete anos em São Paulo, Oscar – que também já atuou como chef durante nove anos na Flórida (EUA) – firmou-se como expoente na divulgação da cultura peruana no Brasil; tanto é assim que recebeu o título do governo do Peru como o “Homem do ano de 2012”, considerado o mais destacado divulgador da cultura peruana no exterior.

Atualmente o chef é assessor do Consulado do Peru para temas gastronômicos e culturais. É também o criador da Expoceviche, evento multicultural-gastronômico peruano que já contou com quatro edições em São Paulo e uma no Rio de Janeiro.

Crítico gastronômico premiado (vencedor do “Miradas”, prêmio concedido a personalidades da gastronomia peruana ao redor do mundo), ele também é parceiro do autor brasileiro de novelas Walcyr Carrasco (embaixador da gastronomia peruana no Brasil) na empresa “Culinária Peruana”, que desenvolve vídeos sobre a gastronomia peruana.

Pra mais informações sobre o Pisco, visite o site www.restaurantepisco.com.br

Fonte: Divulgação