Imagine entrar em um espaço amplo, contemporâneo e repleto de barricas de madeira. Nelas, mais de 100 mil litros de bebida estão envelhecendo e fermentando, cada rótulo no seu devido tempo. É o maior barrel room da América Latina e dedicado apenas ao envelhecimento de cervejas.

Sim, a bebida preferida dos brasileiros vem ganhando novo corpo e roupagem nos últimos anos e a cervejaria mineira Wäls segue sendo vanguardista no segmento, com a inauguração do Ateliê Wäls.

O novo espaço é um centro de inovação cervejeira cravado entre as belas montanhas de Minas, em Belo Horizonte. Se do lado de fora o visual é de tirar o fôlego, a parte interna não poderia ser diferente: uma verdadeira obra de arte que mistura design, arquitetura, tecnologia e primorosas receitas.

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Crédito: Divulgação | #pracegover: Foto com construção com fachada de madeira marrom escuro, logotipo da Wäls em branco e luzes amarelas , montanha, casas e céu com nuvens à noite ao fundo.

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Crédito: Divulgação | #pracegover: Foto com barricas redondas em madeira clara e logotipo da Wäls em preto em prateleiras de metal pintadas de vermelho, mesas e cadeiras em madeira clara, piso em cimento cinza claro, teto em madeira com lâmpadas transparentes.

À frente do projeto estão os irmãos e fundadores da Wäls, José Felipe e Tiago Carneiro. Desde a parceria que firmaram com a Ambev em 2015, eles têm rodado o mundo conhecendo cervejarias, se especializando ainda mais no assunto, e agora trazem para a capital mineira o novo conceito que a Wäls enxerga para este mercado. Os irmãos Carneiro exaltam a importância de conseguirem aliar o conhecimento adquirido nos 17 anos de mercado da Wäls, às possibilidades proporcionadas pela Ambev.

“Por meio da Ambev, tivemos acesso à tecnologia e profissionais de ponta do mercado cervejeiro, além de ingredientes exclusivos, conhecimento técnico para novos produtos e capacidade de investimento. Fazemos parte da maior cervejaria do mundo e isso é essencial para realizarmos grandes projetos, como este”, reforça Carneiro.

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Os irmãos José Felipe e Tiago Carneiro | Crédito: Divulgação | #pracegover: Foto com dois homens sorridentes com cabelos, barba e bigodes pretos, camisetas pretas com estampas em branco, calças jeans cinza e azul claro, segurando taças de vidro com bebida marrom e espuma marrom claro, com construção com fachada de madeira marrom escuro, logotipo da Wäls em branco e luzes amarelas , montanha, casas e céu com nuvens à noite ao fundo.

Esta nova fase que se inicia, para eles, é a verdadeira evolução da cerveja. “Lá atrás, no fim da década de 90 e começo dos anos 2000, tivemos a revolução do processo cervejeiro, com novas técnicas de refermentação. Inovamos utilizando ingredientes nacionais nas receitas, criando novos sabores e nos especializando. Agora, apostamos em uma evolução e queremos fazer isso junto com os nossos consumidores, em uma plataforma aberta e inovadora, que é o Ateliê Wäls. Não é novidade que buscamos fazer arte com a cerveja e de forma colaborativa”, explica Tiago.

Apesar de moderno, o Ateliê mantém seu foco na produção artesanal e de qualidade, usando a seu favor novas técnicas, como o cruzamento dos processos de vinho e cerveja, ingredientes especiais e tecnologia de ponta.

“Estamos abrindo uma porta que dificilmente será fechada depois. Há oito anos temos usado a técnica de envelhecimento e aprimorado nossas receitas em barricas. Agora, vamos para este novo passo com a ampliação dos rótulos e técnicas, em um formato inusitado”, ressalta José Felipe Carneiro, que também é mestre cervejeiro da marca.

Para proporcionar uma experiência completa ao público, o espaço funciona de terça a domingo e terá 21 torneiras de chope, algumas delas com opções de cervejas exclusivas, produzidas no próprio Ateliê, e servidas on tap. Tudo isso harmonizado com um cardápio descomplicado e saboroso.

Cervejas com personalidade

Entre as centenas de barricas que compõem o espaço, são cerca de 12 tipos de madeira, que vão desde carvalho francês e americano, até alguns feitos com a madeira brasileira umburana. Além de barricas usadas, que já armazenaram whisky, vinhos (tinto e branco), bourbon, cachaça e conhaque, a Wäls aposta ainda em um novo método utilizando barricas novas, uma prática nada comum no universo da cerveja. Outra novidade são as duas barricas especiais que serão usadas na produção de uma linha exclusiva de sour beer.

“Além de novos sabores, o envelhecimento em madeira proporciona elegância e potência à cerveja. Algumas, inclusive, deixam o líquido com textura mais aveludada”, explica José Felipe.

A ideia é propor um cruzamento de sabores inovador e complexo, inclusive no processo champenoise e com cervejas feitas especialmente para guarda. Essas últimas, ganham destaque em uma adega com mais de 20 mil garrafas, localizada sobre a loja do Ateliê. As demais receitas produzidas pela Wäls, como as mundialmente premiadas Dubbel e Petroleum, continuarão sendo produzidas na cervejaria, no bairro São Francisco, também na capital mineira.

Pra saber mais sobre a Wäls, acesse www.wals.com.br.

Fonte: Divulgação